Protesto!
Peço Greve!
Greve da vida,
da hipocrisia em massa
e inconsequência das palavras.
Das companhias em vão,
de dar as mãos
fingir que é
aquilo que não se pode ter.
E o que me ferve,
não são apenas as estórias, as más línguas e as lorotas.
É a vida em questão.
É o blá,blá,blá;
o tempo corrido e o futuro de supetão.
A falta de carinho,
gente sem ninho,
São tantas perguntas e muita solidão.
Caio na rotina, entro em contradição.
Canso de mim mesma
e do que vem do coração.
Não é revolta,
não é rebelião.
É maldita vida, sempre em questão.
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